Dez anos de Facebook. Como nós evoluímos?

Uma rede social nunca foi tão popular como o Facebook é há dez anos. Sim, dia 4 de fevereiro temos a comemoração dos 10 anos do “FB”. No Brasil, a fase de interação evoluiu do ICQ (quem é que não se irritava às vezes com o simpático “o-ou”), para o MSN, depois o Orkut (“sdds” dos scraps, depoimentos,comunidades sem sentido algum e os fóruns que nos ajudavam a encontrar filmes e músicas). Este último, então, foi criado, disseminado, e, em 2007 quando o Face ganhou interface em português, os usuários começaram a trocar o Orkut pelo Facebook.

Lembrar de todas as redes “antigas” dá uma nostalgia, como se “anos-luz” tivessem passado pela curta história da internet. E, na verdade, a nostalgia bate porque sentimos o quanto as coisas mudaram depois dessas interações virtuais. A nossa forma de conversar, marcar encontros, se divertir, trabalhar… Tudo por conta dessa evolução. E são 1,15 bilhões de pessoas no mundo ligadas no Facebook, e no Brasil (o segundo país que mais usa o “Face”, atrás somente dos EUA), são 76 milhões de brasileiros.

A rede que faz com que amigos interajam ao publicar notícias da internet, compartilhar status no espaço “No que você está pensando?”, cutucar, fazer comentários, publicar fotos e marcar quem estava no local, divulgar festas e eventos e, principalmente, uma marca ou negócio. Jogar online contra seus amigos foi algo que virou moda de repente, mas ainda não está extinto: aposto que todos os dias você recebe pelo menos uma solicitação para jogos.

O que era para ser apenas uma rede de amigos, tornou-se em um excelente banco de usuários para empresas. Aprendemos a vender nosso negócio pelo Facebook. Com as páginas, foi possível apresentar ao mundo qual é o seu produto, qual é a identidade da empresa, quais são as colocações em que se acredita e defende, como angariar clientes e mantê-los fiéis ao seu produto.

O Facebook ganhou até um filme: a Rede Social, de David Fincher, que conta a metade desses dez anos de história. Depois dele, ganhamos o City Ville, Candy Crush, Badoo, Tinder, e tantos outros aplicativos e funcionalidades que tanto usamos.

A popularização desta rede social atinge nossos pais, tios e avós – e eles nos fazem rir muito com comentários, compartilhamentos e maneira de enviar mensagens. O “Face”  também mudou a maneira de namorar e manter amizades: uma curtida em foto alheia ou um comentário simpático é motivo de ciúme; se for compartilhamento de alguma frase, pode significar indireta. Em viagens, uma foto pode dizer muito mais do que realmente aconteceu. A que ponto chegamos…? E o online passou para o real: na mesa de bar, quantas vezes o assunto principal não foi o que se passava entre muitos comentários engraçados em uma foto ou piadas que surgiram devido a um status publicado; os protestos de junho/2013 também foram organizados pela rede.

Aqui, uma reflexão sobre o grande Facebook: como seria se você não pudesse mais compartilhar fotos de pessoas queridas, de animais, de bebês, frases estimulantes e alto astral para transmitir seu bom humor aos “facebookers”, explicar a função da sua empresa, ter uma agenda de eventos online para lembrar você de todos os aniversários e churrascos do fim de semana, notícias sobre o dia a dia pipocando na sua timeline… Já parou para pensar o quanto o Facebook faz parte do nosso cotidiano? A rede não veio apenas para interagir, veio, também, para facilitar e nos distrair da rotina agitada que temos.

=)

Gostou? Curta e compartilha aí! Não gostou? Deixe seu comentário!